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quarta-feira, 6 de junho de 2012

SPGL - Finalmente, resultados oficiais

E ao quinto dia, como preceituam os estatutos, a comissão eleitoral conseguiu cumprir os prazos estabelecidos e pôde publicar os resultados do acto eleitoral realizado no dia 31 de Maio.

Uma primeira palavra para desejar felicidades à direcção agora reeleita e também que cumpra todas as promessas apresentadas aos sócios durante a campanha.
Uma segunda palavra para saudar os camaradas da Lista C "3R's", que pela primeira vez elegem um elemento para o Conselho Geral.

Não cabendo nesta nota fazer uma análise exaustiva dos resultados, convém dar relevo a alguns aspectos:

  • Estes resultados expressam a vontade dos 27% de eleitores que decidiram exercer o seu direito de voto;
  • Para além da diminuição do número de eleitores em relação às eleições de 2009, verifica-se agora uma quebra na percentagem dos sócios que quiseram expressar a sua escolha e que há três anos foram cerca de 37%;
  • A Lista B não conseguiu alcançar o seu objectivo principal, que era ganhar a direcção central e as direcções regionais. Dessa forma a direcção a que nos opomos continua em funções;
  • No entanto a Lista B conseguiu eleger dois elementos para o Conselho Fiscal, ganhando um lugar em relação ao anterior mandato;
  • Relativamente ao Conselho Geral mantivemos o mesmo número de mandatos, apesar de a Lista C ter conseguido eleger um candidato;
  • Embora tendo perdido a Direcção de Zona de Oeiras/Cascais, a Lista B manteve a Direcção de Zona de Santarém Oeste e em todas as zonas da Direcção Regional de Santarém melhorou as suas percentagens de votos, aproximando-se significativamente dos resultados aí obtidos pela Lista A;
  • Na Direcção Regional de Setúbal houve também uma aproximação percentual aos resultados obtidos pela lista da direcção, disputando todas as zonas até ao escrutínio final, excepto na Direcção de Zona  do Sul de Setúbal. Na Zona de Setúbal a Lista B perdeu apenas por um voto;

Em resumo, não podendo ficar satisfeitos com os resultados, que não traduziram todo o esforço colocado pelos candidatos que foram inexcedíveis na sua dedicação e empenho, os membros da Lista B saem deste combate fortalecidos e prontos a continuar a luta por um SPGL dos sócios e, com os sócios, presente nas escolas.

domingo, 3 de junho de 2012

Eleições no SPGL - da complexidade do processo à escassa participação dos sócios

Ainda não é possível proceder a uma análise de resultados, porque falta apurar mais de metade dos que foram expressos pelos sócios. No entanto é possível começar uma reflexão que se impõe, no que diz respeito à complexidade de todo o processo eleitoral e à abstenção verificada.

Quanto à complexidade do processo é preciso distinguir dois aspectos:

  1. a emissão de credenciais que substituíram os cadernos eleitorais por mesa;
  2. a opção de valorizar o voto por correspondência em relação ao voto presencial em urna.

Sobre as credenciais importa atender à intenção que presidiu a esta opção e às consequências que ela teve:
Assim, de acordo com a direcção, a emissão de credenciais pretendia resolver as discrepâncias que se verificavam nos cadernos eleitorais organizados por escola, uma vez que muitos professores não fazem a actualização dos seus dados e estão associados a escolas, zonas e regiões diferentes daquelas em que efectivamente leccionam neste ano lectivo.
Infelizmente, a opção pela credencial acabou por se revelar causadora de mais problemas do que facilitadora da participação dos sócios.
Na verdade verificou-se que, no voto presencial, a obrigatoriedade de apresentar a credencial, associada à ausência de um caderno eleitoral que os membros das mesas pudessem consultar, determinou a existência de 2271 votos condicionais de sócios que preferiram votar numa mesa, no dia das eleições. Esse número corresponde a 65,4% de votos condicionais em urna o que, convenhamos, não abona muito a favor do processo e de quem o concebeu.

Já no que diz respeito ao voto por correspondência, a constatação de que 360 dos 1283 votos recebidos não chegaram acompanhados pela credencial, ou qualquer documento que permita identificar o votante, levou à anulação de 28,05% desses votos. Mais uma vez as boas intenções tiveram um péssimo resultado.

Sendo, sem dúvida, necessário voltar a este tema com mais atenção e tempo de reflexão, podemos dizer que falhou clamorosamente a intenção de facilitar a participação dos sócios nas grandes decisões da vida do SPGL, através da aposta no voto por correspondência e da credenciação dos eleitores através de um documento emitido pelo sindicato, apenas para o acto eleitoral.
Ainda por cima quando os sócios que quiseram expressar o seu voto o fizeram maioritariamente em urna, num proporção avassaladora: 3472 (73,01%) contra 1283 (26,98%).

Uma nota final para a baixíssima participação dos eleitores - 4755 (30,22%) dos 15734 inscritos. São números, que a par da anomia em que se afundam os professores e as escolas, obrigam todos quantos se preocupam com a vida sindical a um questionamento sobre o fenómeno. Com a humildade de reconhecer que parte significativa desse alheamento pela vida do SPGL é responsabilidade de quem o dirige há décadas, e de nada adianta culpar apenas os professores por não quererem participar nas iniciativas e actividades do sindicato.

sábado, 2 de junho de 2012

SPGL - Eleições

Os resultados conhecidos até ao momento dão vantagem à lista apoiada pela actual direcção do sindicato.
Estão apurados 2120 votos dos 4391 chegados à Comissão Eleitoral, o que corresponde a 48,28% dos votos que deram entrada até ao dia 1 de Junho, às 10h00.
Falta ainda fazer a recolha, na estação de correios de Sete-Rios, dos envelopes que aí chegarem até segunda-feira e que, de acordo com o fluxo diário verificado, serão no máximo uns 100.
Embora pareça difícil, o número de votos condicionais que ainda falta escrutinar permite manter alguma esperança de que os resultados sejam diferentes.

Tanto nos votos enviados por correio, como nos votos depositados nas urnas, no dia 31, a lista A tem mais votos do que a B. No entanto, a diferença entre as duas listas é maior no caso do voto por correspondência, onde se alargou a distância.
Verificando-se a mesma tendência nos votos condicionais que serão apurados no dia 4 (2271 - 51,71% dos votos entrados) a actual direcção será reeleita, embora baixe a percentagem obtida há três anos. Quanto à lista B, embora não conseguindo a vitória porque se bateu, melhora os resultados de há três anos, criando condições para reforçar o trabalho nas escolas e junto dos colegas com quem nos cruzamos diariamente nas salas de professores.

Em resumo pode dizer-se que, embora o que é conhecido indicie a continuidade da actual direcção, a prudência e o exemplo de eleições passadas aconselham a que ninguém dê a vitória como segura ou a derrota como garantida. Na segunda-feira a Comissão Eleitoral deverá terminar o seu trabalho e, nessa altura, haverá tempo para dar os parabéns aos vencedores e cumprimentar os vencidos, honrando o nome do sindicato e dignificando a classe docente.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

HÁ UM CHEIRO A MUDANÇA NO AR

Mesmo a chegar ao último dia de campanha é extremamente reconfortante receber o incentivo de um sócio que resolveu responder pessoalmente ao apelo que fizemos de fazer deste tempo um
TEMPO DE LUTAR, TEMPO DE MUDAR

Foi com enorme agrado que lemos a mensagem enviada pelo sócio António Marques, que transcrevemos com um agradecimento sentido

Caros Colegas,

Eu também acho que é tempo de lutar, tempo de mudar! Por isso, desejo que o meu voto na lista B seja a minha modesta mas valiosa (= + um voto) na mudança.
Além de tudo o que eu já li nas vossas mensagens e a que  adiro firmemente, desejo também, veementemente, que nas nossas revistas sindicais - Escola/informação e FP - seja reposto o uso da língua portuguesa, como nós a  entendemos, em vez de uma língua de bárbara ortografia - que não é portuguesa nem brasileira - e que, numa expressão que eu já usei num artigo em O Correio de Pombal, também publicado no meu blogue ( Ver - tentolingua.wordpress.com ], "o Acordo Ortográfico é a Alcácer-Quibir da nossa Língua", da responsabilidade/irresponsabilidade dos sebastiões que, à força, abstrusa e absurda, nos querem impor.
Também nisso, TEMPO DE LUTAR, TEMPO DE MUDAR, TEMPO DE REVERTER!
Um abraço sindical

António Marques


sábado, 26 de maio de 2012

Está quase...

Fim-de-semana para recuperar o fôlego de mais uma semana vertiginosa.
Dezenas de escolas visitadas, centenas de contactos directos com os sócios e também com muitos colegas que, não tendo direito a escolher os destinos do SPGL, olham para a real possibilidade de mudança como um sinal de esperança num SINDICATO RENOVADO.
Tempo de pausa, descanso e lazer, mas também tempo de preparar os últimos dias de uma campanha em que mantivemos a nossa postura positiva, valorizando e destacando os aspectos distintivos do SINDICALISMO REIVINDICATIVO E COMBATIVO que defendemos.
E sempre, sempre sabendo que o combate não termina no dia 31, pois teremos pela frente a tarefa de
DEVOLVER O SPGL AOS SÓCIOS,
PROMOVENDO E APOIANDO UMA VASTA REDE DE DELEGADOS SINDICAIS,
PARA QUE O SINDICATO ESTEJA MAIS PRESENTE NAS ESCOLAS

DIA 31 VOTA BEM
VOTA B

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ESFORÇO FINAL


Amigos e companheiros,

As eleições para o SPGL são já no dia 31. Falta um pequeno esforço para, no final, termos a alegria de alcançar o nosso objetivo.

As notícias que nos chegam indicam que, em todas as escolas em que os nossos candidatos e apoiantes estiveram presentes e puderam esclarecer os sócios, a vontade de MUDAR OS DIRIGENTES PARA MUDAR A PRÁTICA SINDICAL reformista e conciliadora se tem manifestado de uma forma inequívoca.

Como tal temos que aproveitar estes últimos dias para tentar chegar onde ainda não fomos e reforçar a mensagem onde há mais sócios e mesas de voto.

A mensagem que temos que transmitir é simples e da fácil compreensão pelos sócios. Está consubstanciada nos dois eixos da campanha que enunciámos na carta enviada aos sócios por email:
        a)      Renovar os dirigentes, através da substituição de pessoas que há longos anos se perpetuam nos cargos e, em virtude desse facto, se apresentam desgastadas, sem ideias e propondo mais do mesmo.
        b)      Devolver o SPGL aos sócios, através da recuperação e dinamização de uma vasta rede de delegados sindicais, que com a sua presença diária nas escolas garanta o contacto e a circulação de informação permanente entre os professores e os organismos de direcção do sindicato.

É também fundamental fazer algumas chamadas de atenção:
       1.       Os sócios podem votar em qualquer mesa que esteja aberta, não sendo obrigatório votar na escola em que leccionam;
       2.       Os aposentados podem também votar em qualquer mesa;
       3.       Não devem esquecer a credencial porque ela deve acompanhar o voto e, como tal, tem que ser entregue na mesa de voto;
       4.       Quem não tiver credencial, porque a perdeu ou por que não a recebeu, vota condicionalmente seguindo os procedimentos determinados;
       5.       Se alguém ainda vai votar pelo correio deve entregar o envelope ao balcão dos CTT, pedindo para ser carimbado, e não deve limitar-se a colocá-lo no marco dos correios. Só assim garante que o envelope tem um carimbo válido;
       6.       Todas as mesas precisam de ter sempre 2 elementos presentes e as actas de apuramento precisam de 3 assinaturas.

Concluindo:
Durante o tempo de campanha já decorrido conseguimos recuperar praticamente toda a diferença e vantagem que a lista A tinha sobre nós, pelo facto de estar no poder.
As informações de que dispomos indicam que estaremos já em vantagem, tanto em Setúbal, como em Santarém.
As dificuldades com que a direcção se vem confrontando, no contacto com os sócios, levaram o próprio Avelãs a ir fazer campanha para o Oeste.
Desde que consigamos equilibrar melhor as votações na região de Lisboa, a vantagem que pudermos conseguir nas outras regiões poderá garantir a vitória.
Parte da “campanha suja” que a lista A faz contra nós, como a história surgida em Setúbal a propósito de sermos uma lista de aposentados, é já fruto de alguma desorientação e desespero. Sobre isso a resposta foi dada na nossa carta aos sócios e os números são claros: temos cerca de 15% de aposentados na lista, o que corresponde à realidade social e profissional do SPGL.
Na comissão eleitoral, embora em minoria, temos conseguido diminuir substancialmente a margem de manobra para chapeladas da direcção. Não sendo impossível que surjam golpes baixos, o essencial é levarmos os sócios a votar em nós.

Abraços e bom trabalho

VIVA A LISTA B
VIVA O SPGL
DIA 31 VOTA B

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Uma Campanha Responsável, mas feita com Alegria e Entusiasmo


Hoje venho deixar algumas notas sobre os primeiros dias de campanha a todos os candidatos e apoiantes da LISTA B . Trata-se de uma campanha árdua e exigente, mas extremamente gratificante pela forma como, após a rejeição inicial, a generalidade dos colegas se despede de nós com palavras de incentivo.

Até hoje visitei escolas da Região de Santarém, desde o Cartaxo até Santarém e da Região de Lisboa nos concelhos de Amadora e Sintra.

A receção é idêntica em todo o lado. Sentimento de rejeição do sindicato e muita gente a dizer que já não é sócia. Acusações de que “vocês não fazem nada por nós”, “vocês aproveitam-se do dinheiro das quotas para a boa vida”, “vocês estão tão desligados da escola como o ministério”.
Desde "estórias" de jantares de marisco, até à transumância entre sindicato e ministério, já ouvi de tudo e tive que ouvir estoicamente acusações de coisas que nem sequer me passava pela cabeça que pudessem ter sido feitas pelos atuais dirigentes.

Felizmente, depois de conseguirmos falar e desfazer a confusão entre o "eles/vocês" e a nossa candidatura LISTA B, os colegas acabam por aceitar as nossas razões, percebem que estamos do mesmo lado nas críticas, fazem perguntas sobre os nossos projetos e, muitas vezes, prometem-nos o voto e até que vão falar com outros colegas.

A lista da direção está a mandar sms’s a apelar ao voto na lista A por correspondência. A nossa candidata no ***** recebeu um, do remetente “4010”, e há também nota de que vários sócios receberam emails (que não facultaram a nível pessoal) apelando ao voto na lista A. 

Finalmente, há nota de pelo menos cinco pessoas que ainda não receberam a carta com a credencial e os votos. Em dois casos são candidatas da nossa lista. Está a ser pedido que estes sócios dirijam um email à direção e ao presidente da MAG/Comissão Eleitoral, dando conta de que ainda não receberam o envelope, quando sabem que outros sócios já votaram pelo correio.

Ainda assim, apesar de todas estas "contrariedades", continuo convicto de que poderemos chegar à vitória porque estamos a conseguir bons avanços em relação ao nosso verdadeiro adversário - a abstenção.
Recuperando a confiança dos sócios e convencendo-os a votar, em vez de deitarem a credencial fora, estaremos no caminho do sucesso.

Abraços, falta uma semana de esforço e dedicação à causa

Francisco Santos

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Testemunho - Dilma Madeira Lopes

Colega,

Dia 31 de Maio há eleições no SPGL.
No nosso Sindicato que, nestes últimos tempos, tem sido apenas uma sombra daquela torre de força  que já foi.
Aquela torre de força que, nos anos de 70, 80 e inícios de 90, conduziu e levou a bom termo lutas gloriosas, que se 
traduziram na obtenção das tão desejadas regalias para a classe docente.

Vimos apelar ao  voto na Lista B, a Lista da Mudança, que pretende devolver a este, que já foi o grande Sindicato dos Professores, a sua força anterior, a sua capacidade reivindicativa e a sua persistência, na forma como se opunha às imposições do M.E

Anda, vem votar na Lista B e, juntos, vamos fazer, de novo, do SPGL o grande Sindicato dos Professores!


Colegas,  maltratados por um M.E. que nos tiraniza e nos rouba todas as nossas conquistas, desencantados e desiludidos com um Sindicato que é pouco operante, reivindicativo
e presente "se (como dizia Manuel da Fonseca na sua "Marcha Almadanim"), a Vida é curta e a Morte infinita despertemos e vamos, Eia! vamos fazer qualquer coisa de heróico"...!!

Vamos mudar o andamento que tem sido imprimido nestes últimos anos ao nosso Sindicato,  entre o "gravissimo" e o "adágio", e transformá-lo num andamento "allegro" e "vivace".

Para isso, dia 31 de maio, vamos todos votar Lista B para o SPGL.

domingo, 20 de maio de 2012

Testemunho


Estive como candidato nas anteriores eleições… desde as 1ªas reuniões, às reuniões da Comissão Eleitoral, à tomada de posse no 1º mandato, à 2ª eleição e agora novamente, desta vez candidato ao Conselho Fiscal, do qual farei parte a partir de dia 31, seguramente.
Isto para dizer que os valores, o projecto, as causas e a convicção com que fizemos a 1ª lista continuam válidos e a necessidade de devolver o SPGL aos professores só peca por tardia. Vamos arregaçar as mangas e mostrar que vale a pena acreditar num SPGL renovado e enérgico, numa altura em que as ameaças são mais que muitas e vão muito para além da Troika.
Por isso, aqui estou … aqui estamos… para devolver o SPGL aos Professores.
Ricardo Miguel
Candidato a Presidente do Conselho Fiscal

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Tempo de Lutar, Tempo de Mudar

Os Professores Unidos vão a votos para a direcção do SPGL, no dia 31 de Maio como Lista B.

A nossa proposta de MUDANÇA, assenta em dois eixos fundamentais:

  • o 1º é uma renovação dos dirigentes, apresentando na nossa lista uma elevada percentagem de professores jovens e, sobretudo, que nunca exerceram cargos dirigentes no SPGL, ou que há muitos anos estão afastados dessas funções, tendo estado nas escolas, em contacto directo com os problemas dos professores e da Escola Pública;
  • o 2º é o desejo de um regresso às origens do SPGL, em que a força do sindicato tinha por base a presença, a valorização e a ligação dos delegados sindicais aos colegas e à escola.

O programa com nos apresentamos aos sócios é o seguinte:

Lista B - Professores Unidos

terça-feira, 8 de maio de 2012

Jantar Professores Unidos (Lisboa) - Rumo à Vitória em 2012


Os Professores Unidos vão reunir-se num Jantar-Convívio de arranque da Campanha Eleitoral da Lista B.

Esta iniciativa, destinada a lançar a campanha para devolver o SPGL às suas origens: Um sindicato dos Professores, para os Professores e sempre presente nas Escolas, vai ter lugar no “Solar das Olaias” no próximo sábado dia 12 de Maio, às 20h00, tendo como lema:

TEMPO DE LUTAR, TEMPO DE MUDAR
UM SINDICATO PRESENTE NAS ESCOLAS
PROFESSORES UNIDOS EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA

A sala apenas comporta 60 lugares, pelo que é urgente fazer a reserva para o email: unidos.professores@gmail.com até 4ª-feira, dia 9, às 20h00.

Restaurante Solar das Olaias
Rua Aquiles Machado 7Lj.H
Telefone: 218 409 279



domingo, 6 de maio de 2012

Homenagem ao Adriano e ao Zeca na Aula Magna

Um excelente espetáculo e a oportunidade de "animar a malta", como estes dois lutadores sempre souberam fazer.
E um grande final, com toda a gente de pé, irmanada e entusiasmada, cantando "Grândola, Vila Morena"




sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Professores Unidos elegem 4 delegados ao XII Congresso da CGTP

Aos colegas, amigos e camaradas que, com o seu voto, ajudaram a eleger quatro delegados da lista B, contra os cinco delegados eleitos pela direção, os Professores Unidos manifestam o seu enorme agradecimento.

Nas circunstâncias difíceis em que se verificou a votação, realizada durante o período letivo e com mesas eleitorais apenas na sede e nas delegações regionais do sindicato, o facto da lista B ter tido mais votos na mesa da sede e de ter eleito quatro dos seus membros é motivo de satisfação para todos quantos nos deram o seu apoio.

É preciso acreditar que, com o nosso trabalho e empenho, o SPGL pode voltar a ser o sindicato de que os professores precisam para enfrentar os desafios do futuro, defendendo os direitos dos professores e a qualidade do ensino na escola pública.





Eleição de delegados ao XII Congresso da CGTP

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Professores Unidos mobilizados para a LUTA

A moção que iremos defender amanhã, na AGS do SPGL, constitui um documento em que se apela claramente à mobilização de todos os professores para a luta contra o mais brutal ataque jamais feito contra todos os trabalhadores.
Trata-se de um ataque em que os professores são atingidos em conjunto com todos os portugueses e em particular com os outros trabalhadores da Administração Pública.
A nossa participação na manifestação convocada pela Frente Comum para dia 6 é mais um passo no caminho até à Greve Geral convocada pela CGTP, para 24 de Novembro, a qual constitui o momento mais alto, mas não será nunca o fim da Luta.
Amanhã, na AG de Sócios, é fundamental obter uma votação significativa e a aprovação da nossa moção e por isso é imprescindível a comparência de todos os Professores Unidos que darão o seu voto à moção B


Resistir e lutar em defesa da Escola Pública e pela mudança de políticas

Professores e Educadores na Greve Geral de 24 de Novembro

O anúncio feito pelo Governo, a 29 de Setembro, de um novo pacote de medidas, no quadro do Orçamento de Estado para 2011, constitui um brutal ataque aos direitos sociais e salários dos trabalhadores em geral e, particularmente da Administração Pública.

A espoliação exercida sobre todos os funcionários públicos, de que os professores são um corpo numeroso e qualificado, a prática do quero-posso-e-mando, à revelia do Estado de direito democrático ou da figura do Estado-enquanto-pessoa-de-bem, a violação dos princípios da segurança jurídica e da irredutibilidade/intangibilidade dos vencimentos, constitucionalmente garantidos – tudo isto assume, objectivamente, o carácter de uma guerra contra os funcionários públicos.

Este brutal ataque consubstancia-se num corte de salários que nem sequer se destina a uma duração limitada no tempo, antes se assume como permanente, concretizando novos patamares salariais decididos unilateralmente, sem audição das organizações representativas dos trabalhadores, como obriga a Constituição da República.

A este novo conceito de salários regressivos é necessário juntar ainda o aumento dos descontos para a CGA e um novo aumento de 2% no IVA, o que se traduz na redução do poder de compra em centenas de euros todos os meses.

O congelamento de todas as progressões e promoções na carreira, com início imediato e supostamente até 31.Dez.2011, mas que previsivelmente se prolongará por mais alguns anos, significa um novo roubo de tempo de serviço a juntar ao anterior.

O agravamento da situação de precariedade de todos os contratados, decorrente do congelamento das admissões na função pública, vai traduzir-se num agravamento do desemprego, ao mesmo tempo que degradará as condições de trabalho de todos os serviços públicos e particularmente das escolas, que passarão a funcionar com menos professores e menos pessoal administrativo e auxiliar.

Esta degradação das condições de trabalho nas escolas, por diminuição de pessoal, será ainda agravada com o encerramento e a fusão de estabelecimentos de ensino, a ausência de apoio especializado a milhares de alunos com Necessidades Educativas Especiais, o abaixamento dos níveis de financiamento do sistema educativo e o avanço de dinâmicas privatizadoras e de lógicas de empresarialização das escolas nos vários graus de ensino.

Os professores, fazendo parte do vasto conjunto do funcionalismo público escolhido como alvo preferencial a abater por parte do poder político constituído, têm que lutar ao lado de todos quantos são atingidos pelo ataque do capital e dos defensores do neoliberalismo instalado.

A participação na manifestação de 6 de Novembro, convocada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública e na Greve Geral, convocada pela CGTP, são parte da longa luta que temos pela frente e que exige a mobilização e o empenho de todos os professores e dos dirigentes, delegados e activistas sindicais.

Assim, a Assembleia Geral de Sócios do SPGL, reunida em 14 de Outubro de 2010 decide:

1. Aderir à Greve Geral convocada pela CGTP-IN para o dia 24 de Novembro;

2. Apelar a todos os professores e educadores para uma forte participação na Manifestação Nacional da Administração Pública de 6 de Novembro;

3. Considerar como acção sindical prioritária o esclarecimento, mobilização e organização da Greve Geral;

4. Recorrer não só aos meios habituais de informação e divulgação, mas também a outros meios de mobilização (por ex. colocação de panos, carros de som);

5. Promover reuniões e plenários de escolas, agrupamentos e zonas, de modo a envolver o maior número possível de professores na preparação e organização da Greve Geral em cada local de trabalho;

6. Manifestar a disponibilidade dos professores e educadores para prosseguirem a luta, quer no âmbito sectorial, quer no plano mais geral de novas acções de luta convergentes com outros trabalhadores;

7. Recomendar à Direcção Central que convoque para a 1ª quinzena de Dezembro uma Assembleia de Delegados Sindicais, com o objectivo de fazer um balanço da Greve Geral de 24 de Novembro e de perspectivar novas acções de luta.